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sonhos

  • 24 de mai. de 2010
  • 1 min de leitura

(inspirado em um sonho … não consegui decidir qual versão seria a definitiva… resolvi deixar as três! (coisa de preguiçoso)… de novo, meu lugar comum: o sublime na morte… queria fazer só poemas de amor e de vida – uma parte de mim são todos os poemas de amor, são todas as vidas possíveis – mas esses aí, dum escuro que brilha, brotam sempre, sabe-se lá de quais profundidades… pra mim são todos igualmente belos, como se quisesse apreender ou me ensinar a beleza, essa força viva da vida que está dentro da vida e também da morte… )


1a versão (já alterada!)

nada tão absorto quanto o olhar dum morto

seus olhos não contemplam céus não vislumbram infernos

estão abertos apenas

refletindo refletindo in findos

2a versão

nada tão absorto quanto o olhar dum morto

findo refletindo o infindo

3a versão

nada tão absorto quanto o olhar dum morto

in findo

 
 
 

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