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Pílulas

  • 5 de mar. de 2010
  • 1 min de leitura

Uma cachoeira sempre jorra ao fundo de que tudo penso e se intento co’olhar procurá-la..

silêncio não mais que

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Ah, lua… Sua puta! Ainda te pego nas bocas da noite e te aprisiono – imensidão brilhante – num obscuro olhar de moça

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A lua vai… A lua vem…

teu olhar – além – nu vem

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À um pássaro da poesia asas pra tudo que é dia

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Chuva em cima de mim Vento ao lado da chuva um oblíquo hai kai em minha orelha.

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Ao que só era ouvido – língua ao lado – agora pinto em glande estilo um novo lábio no orifíssil em que enfim o falo:

gemido! (por escrito)

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O cu que finge um pfeido faz do silêncio um cheiro

 
 
 

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