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“Laissez-Ferre”

  • 7 de ago. de 2013
  • 1 min de leitura

“LAISSEZ-FERRE”

Profundamente anticapitalista renego – com todo meu ser – a monogamia: esse perverso estado monopolista das psiconeuroses possessivas a controlar, intervir e taxar os corações a cada batida…

Abaixo a companhia limitada!

Completamente revolucionário, rompo as barreiras e abro meu peito ao arriscado, – e, agora, imenso – mercado de ações fluídas, aventuras efêmeras, e intensas transações e investidas…

Viva a sociedade anônima e ilimitada!

Agora sim é que se vive – profunda e completamente – o amor delivre.


 
 
 

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