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Baladinha nada romântica
- 11 de set. de 2013
- 1 min de leitura
“Eu não te amo, querido!”
“Eu também não te amo, doce!”
E então riram forte e dançaram tangos e se abraçaram inteiros e se beijaram (e a tantos!)
e assim – sem amos – livremente
viveram felizes pra
cacete.



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