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Nós
- 22 de mai. de 2010
- 1 min de leitura
(ainda inconclusa…)
dentro da noite os corpos conspiram
se despem do que o dia travestiu de medo
e deixam que o silêncio – pouco a pouco – os subvertam
olhos mãos peitos
sussurram aos ouvidos – em línguas secretas – nomes proibidos
(se organizam como se arma uma granada de sorrisos)
e amassam entre desejos entre seus corpos entre seus peitos uma noz dura e pequenina que aberta brilha (clandestina) dentro da noite da américa latina
…
dentro da noite os corpos transpiram contra o dia



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